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Secretário de Transportes faz visita a garagem da Metra e Eletra
17 de agosto de 2017

Secretário de Transportes faz visita a garagem da Metra e Eletra

Em visita à sede da Eletra e da Metra, nesta quarta-feira (17/8), o secretário municipal de Transportes de São Paulo, Sergio Avelleda, reiterou que o edital que renovará o contrato da frota paulistana de ônibus



Em visita à sede da Eletra e da Metra, nesta quarta-feira (17/8), o secretário municipal de Transportes de São Paulo, Sergio Avelleda, reiterou que o edital que renovará o contrato da frota paulistana de ônibus terá critérios rígidos de controle de emissão de poluentes. Ele elogiou os modelos de ônibus híbridos e elétricos fabricados pela Eletra e operados pela Metra no Corredor ABD, destacando o fato de que são veículos produzidos com tecnologia de tração 100% nacional.

O secretário chegou à sede da Metra, no Jardim Gagliardi, em São Bernardo, acompanhado do diretor de Operações da SP Trans, Paulo Cézar Shingai e do superintendente de Engenharia e Mobilidade Veicular, Simão Saura Neto, entre outros técnicos. Foi recebido pela proprietária do Grupo Auto Viação ABC, Maria Beatriz Setti Braga, e pela principal executiva da Eletra, Iêda de Oliveira.Também participaram da visita executivos da WEG e da Mann/Volkswagen Caminhões, parceiros da Eletra no desenvolvimento de veículos elétricos.

NO COMANDO

Avelleda chegou a sentar-se na cadeira do motorista de um modelo Dual Bus da Eletra e elogiou a ergonomia do painel de instrumentos.Também conheceu o modelo de ônibus elétrico movido por energia solar, em circulação no campus da Universidade Federal de Santa Catarina – o primeiro do Brasil operado por painel fotovoltaico. Em seguida, todos embarcaram no Dual Bus e seguiram pelo Corredor ABD até a fábrica da Eletra, no Montanhão, também em São Bernardo.

Iêda de Oliveira fez uma apresentação à equipe da SMT na qual destacou a versatilidade dos modelos de ônibus híbridos e elétricos da Eletra. A empresa já produziu mais de 300 ônibus elétricos, híbridos e trólebus, que circulam em cidades como São Paulo (a totalidade da frota de trólebus), Rosário, na Argentina, e Auckland, na Nova Zelândia. “Como pertencemos a um grupo que também opera linhas de ônibus, sabemos quais são as necessidades dos empresários do setor”, disse ela.

O diretor de estratégias corporativas da WEG, Daniel Marteleto Godinho, também fez uma apresentação do grupo. A WEG é uma multinacional brasileira com 37 fábricas de motores e equipamentos elétricos no Brasil e no exterior. É líder mundial no segmento e principal fornecedora de motores para os ônibus Eletra.

EDITAL

Avelleda afirmou, durante a visita, que o edital a ser divulgado pela Prefeitura nas próximas semanas deverá conter um cronograma progressivo de controle de poluentes por parte das empresas que operam os 14.700 ônibus em circulação em São Paulo. A principal questão da atual licitação é o desafio de renovar a matriz energética dos ônibus. A frota atual, em sua quase totalidade, ainda roda com motores a diesel, altamente poluentes.

Segundo o engenheiro Simão Saura Neto, o edital não obrigará as empresa de ônibus a adotar tecnologias de combustíveis renováveis. Mas a Prefeitura – acrescentou – fixará limites máximos de emissão de poluentes que, na prática, incentivarão os empresários a trocar gradativamente os veículos a diesel por modelos elétricos e híbridos, ou outros combustíveis renováveis. Os contratos entre a Prefeitura de São Paulo e as empresas de ônibus venceram em 2013 e, desde estão, são renovados em caráter precário.

A atual gestão do prefeito João Doria promete lançar o edital definitivo durante este semestre para os contratos vigorarem a partir de janeiro de 2018. A Prefeitura depende também de a Câmara Municipal de São Paulo aprovar um novo cronograma de renovação da frota ônibus prevista na Lei Municipal de Mudança do Clima, de 2009. A Lei 14.933/2009 previa a completa conversão dos ônibus paulistanos para combustíveis não fósseis até 2018, mas quase nada foi feito nos últimos anos e o prazo não será cumprido. Outra questão pendente de aprovação legislativa é prazo dos contratos, hoje fixado por lei municipal em 20 anos. O prefeito, porém, já declarou que prefere reduzi-los para 10 anos.

 

Texto: Eletra Bus 

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