METRA ADERE AO PROGRAMA 5S

VOCÊ SABE O QUE SIGNIFICA 5S?

UM POUCO DE HISTÓRIA

 

As raízes do 5S remetem a um cenário desolador: o Japão após a Segunda Guerra Mundial. No cenário do Controle da Qualidade Total, o 5S surgiu para organizar espaços, diminuir desperdícios, aumentar a produtividade e promover a melhoria. Para alguns estudiosos, o 5S foi fundamental na recuperação do país asiático após o conflito.

SENSO = Ato de raciocinar, de apreciar e julgar.

O 5S é baseado nos 5 Sensos Japoneses: 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Nós, da Metra, já começamos a praticar os  5 Sensos deixando o nosso ambiente de trabalho mais saudável. E no primeiro dia tivemos a oportunidade de conhecer algumas das instituições que contribuímos destinando alguns dos resíduos produzidos por nossa atividade de trabalho ao longo dos anos. Confira as fotos! 

PROGRAMA 5s

 

 

Pratique você também!

Na sua casa, seu escritório, quarto ou até mesmo naquela gaveta abandonada.

 

Vamos Juntos!

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OS ÔNIBUS ELÉTRICOS DO PAÍS

As dificuldades sofridas com a falta de combustível no período da paralisação dos caminhoneiros levantaram novamente a questão da alta dependência que nossa matriz de transporte tem de combustíveis fósseis, seja para transportar cargas ou pessoas.

Neste momento, ganham destaque novamente as iniciativas ainda isoladas de empresas que investem em motorizações alternativas aos derivados de petróleo, como a eletricidade, hidrogênio, gás metano e outros.

No transporte público de São Paulo, os corredores onde circulam ônibus movidos a eletricidade (trólebus) não foram afetados pela greve que provou desabastecimento de combustível. Segundo informações da SPTrans, órgão gestor do transporte urbano da cidade de São Paulo, durante a paralisação dos caminhoneiros, a operação mínima dos ônibus chegou a atingir 40% da frota programada, mas as linhas de trólebus não foram afetadas.

A frota do sistema municipal de transportes de São Paulo conta com cerca de 14.500 ônibus em operação e, destes, 201 são trólebus, uma proporção mais do que tímida para a maior cidade do país. Há apenas um veículo movido a bateria, que está operando em caráter de teste. É um ônibus com chassi fabricado pela BYD, com carroceria Caio Induscar, 100% elétrico, que opera a título de testes na empresa ETU Expandir Transportes Urbanos, na linha 908T-10 Parque Dom Pedro II-Butantã.

 

Já os 201 trólebus circulam em dez linhas operadas pela empresa Ambiental Transportes Urbanos. São ônibus compostos por chassis Mercedes-Benz, Scania, TuttoTrasporti Volkswagen. As carrocerias foram fabricadas pelas empresas Busscar, Caio Induscar e Ibrava.

No edital de licitação de concessão do transporte público sobre pneus da cidade de São Paulo – que foi novamente adiado na última sexta-feira, dia 8, em decorrência de decisão do Tribunal de Contas do Município (TCM) que apontou 51 irregularidades, 20 impropriedades e fez 19 recomendações à licitação –, estão previstas metas para redução de poluentes, sem definição das tecnologias que deverão ser adotadas, e a entrada de 50 novos trólebus para otimizar o aproveitamento da capacidade elétrica instalada.

Vale lembrar também que, no último dia 5, o presidente Michel Temer lançou um projeto para adoção de metas para reduzir as emissões de gás carbônico na matriz de combustíveis em 10,1% até 2028, dentro da Política Nacional de Biocombustíveis, o que mostra a importância de se adotar combustíveis alternativos para o transporte. Os veículos elétricos poderão colaborar também nesse sentido.

Na região do ABC paulista, a Metra Transportes opera uma frota de 260 ônibus, dos quais 85 trólebus, 15 híbridos, dois Dual Bus – conceito de ônibus que reúne duas tecnologias no mesmo ônibus: opera como elétrico híbrido ou só com baterias por 20 quilômetros – e um elétrico puro. Os veículos têm, em sua maioria, chassis Mercedes-Benz com carroceria Caio – alguns híbridos são Mercedes-Benz com carroceria Marcopolo. A Metra é considerada a empresa nacional com mais veículos movidos com fontes de energia renováveis e não fósseis.

Segundo informações da empresa, por ter essa diversidade na frota, os usuários das linhas da Metra praticamente não foram impactados durante a falta de combustíveis decorrente da paralisação dos caminhoneiros.

As montadoras e seus elétricos

Todos os veículos elétricos operados pela Metra foram fabricados no Brasil, a sua maioria pela Eletra, empresa nacional criada em 1988. Atualmente, há cerca de 400 ônibus com tração elétrica da Eletra em operação na grande São Paulo, além de cidades como Rosário, na Argentina, e Wellington, na Nova Zelândia. A fabricante mantém linhas de produção de veículos com as seguintes tecnologias: trólebus (rede aérea); híbrido (grupo motor gerador + baterias); elétrico puro (baterias); Dual Bus – híbrido e trólebus, e Dual Bus – híbrido e elétrico puro.

 

Outra montadora que avançou muito em seus processos industriais para fabricação de ônibus elétricos no país foi a Volvo, que desde 2012 tem ônibus elétricos circulando em cidades brasileiras. Atualmente, a montadora sueca conta com 35 ônibus híbridos em operações regulares nas cidades de Curitiba (PR), São Paulo (Linha Turismo – SP), Santos (SP) e Foz do Iguaçu (Parque Nacional das Cataratas, no Paraná). Os chassis são modelo B215RH, fabricados na planta da Volvo em Curitiba, com carrocerias das empresas Marcopolo e Busscar. Na América Latina, são cerca de 400 ônibus híbridos Volvo em circulação em linhas regulares nas ruas de Bogotá (Colômbia), Buenos Aires (Argentina) e os já citados no Brasil.

 

A chinesa BYD é outra fabricante que entrou no mercado nacional em 2015 com fome de expansão. Somente na cidade de Campinas, onde fica a fábrica da empresa, há 12 ônibus elétricos da marca em operação regular e na cidade de Brasília, no Distrito Federal, a operadora Piracicabana adquiriu da BYD o primeiro ônibus 100% elétrico com carroceria nacional, feita pela Marcopolo, chamado de Ebus.

Também a fabricante Volare lançou, no início do ano passado, o Access E, um miniônibus 100% elétrico produzido no Brasil em parceria com a BYD. Atualmente há dois Volare Access-E circulando no país, um está em operação em Santos, no litoral de São Paulo, desde o ano passado, e outro vai iniciar testes neste semestre no Balneário de Camboriú, em Santa Catarina. O modelo tem comprimento e peso reduzidos e conta com piso baixo, suspensão pneumática e zero emissão de poluentes. Sua autonomia é de 200 quilômetros. “Na visão da Volare, o transporte público elétrico é uma alternativa sustentável e eficiente, já utilizada em cidades do país, como Brasília, Campinas, Santos e São Paulo, e que a cada dia se mostra mais eficiente e econômica”, diz a empresa em resposta ao FutureTransport, através de sua assessoria de imprensa.

 

 

“Atualmente, muito se fala na alternativa dos elétricos. Nós, da Mercedes-Benz do Brasil, já participamos de algumas iniciativas no País. Temos parceria com a Eletra e vários ônibus de nossa marca, cerca de 200 trólebus em São Paulo, já rodam com essa tecnologia”, declara a Mercedes-Benz em nota emitida aoFutureTransport. Na Europa, o Grupo Daimler, que detém a marca Mercedes-Benz, já testa essa tecnologia nos modelos Citaro. “A Mercedes-Benz do Brasil pode trazer tecnologias elétricas para o mercado nacional, na medida em que houver demanda por parte dos clientes. Uma vez o mercado brasileiro tendo infraestrutura necessária e preços competitivos, acreditamos na evolução dos veículos elétricos no País. Os ônibus elétricos vão chegar ao Brasil, sim, mas de forma gradual”, diz a empresa.

A montadora Agrale chegou a desenvolver um ônibus híbrido (diesel-elétrico), mas apenas como protótipo, não possui ônibus elétricos e nem híbridos circulando no país.

Já a Scania respondeu ao FutureTransport que acredita numa matriz mista de combustíveis alternativos e que tem na Europa veículos híbridos e elétricos, mas no Brasil, atualmente, tem apostado em outras alternativas, como ônibus movidos a etanol, operando em São Paulo, e na tecnologia biometano/GNV, com um modelo fazendo demonstrações pelo Brasil.

 

Do Future Transport 14/06/2018
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ÔNIBUS ELÉTRICO

Os modelos podem ser dimensionados para a autonomia que mais se adaptam às condições operacionais. As baterias podem ser carregadas uma única vez na garagem ou terminais

A importância do uso da eletricidade na tração dos ônibus urbanos brasileiros é o contexto ressaltado pela empresa Eletra, tradicional fabricante brasileira de sistemas de tração elétrica e híbrida para ônibus, alertando para o fato da urgente necessidade de maior participação e utilização de ônibus 100% elétricos, trólebus e híbridos na frota circulante de ônibus da Grande São Paulo. De acordo com a direção da empresa, mais veículos com tecnologias sustentáveis e renováveis evitariam grande parte dos transtornos causados com a falta de combustível e abastecimento da frota circulante de ônibus da Grande São Paulo e de todo o Brasil. “Além de serem veículos não poluentes e que utilizam tecnologias limpas e de fontes renováveis, os ônibus elétricos a bateria e trólebus colaboram para uma  matriz energética  mais democrática e ampla, com ganhos para a sociedade e para o meio ambiente”, explica Iêda Alves Oliveira, diretora da Eletra e da ABVE – Associação Brasileira de Veículos Elétricos.

A Eletra disponibiliza três tipos de trações para o mercado – Trólebus, ônibus elétrico cuja energia vem de rede aérea. Os mais modernos possuem uma autonomia operacional com baterias que permite o deslocamento por até 20 km sem rede; Elétrico Híbrido Dual Bus – modelo cuja energia pode vir de três fontes: grupo motor-gerador e/ou baterias e/ou rede aérea. Esta flexibilidade permite que um ônibus elétrico híbrido possa operar como elétrico puro ou como trólebus (onde houver rede aérea) e o Elétrico Puro Baterias – veículo cuja energia vem de uma única fonte: baterias. Estes modelos podem ser dimensionados para a autonomia que mais se adaptam às condições operacionais. As baterias podem ser carregadas uma única vez na garagem ou terem recargas de oportunidade nos terminais.

A executiva da Eletra salientou que o grande diferencial da tecnologia desenvolvida pela fabricante é a padronização do sistema de tração elétrica em todos os modelos (trólebus, híbridos e elétricos puro) e a flexibilidade para somar, isolar ou substituir fontes de energia distintas no mesmo veículo. “Isso permite que um único ônibus elétrico possa operar e se ajustar às condições disponíveis de matriz energética”, concluiu.

Leia original em: https://www.revistaautobus.com.br/artigo/a-pauta-e-onibus-eletricos

 

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CORREDOR SEGURO

Metra lança campanha “Corredor de ônibus não é brincadeira!” para diminuir invasão nos corredores dos ônibus

 

Com o mote “Corredor de ônibus não é brincadeira!”, a Metra Transportes, operadora do Corredor ABD, lança uma nova campanha para reduzir a zero o número de acidentes envolvendo pedestres e ciclistas com os veículos na via exclusiva e alertar as pessoas para evitar ocorrências. A iniciativa está sendo divulgada nos nove terminais que administra, dentro de seus ônibus e nas redes sociais.

 

“Queremos reduzir a zero o número de acidentes com pedestres e ciclistas no Corredor ABD e alertar as pessoas para os riscos a que estão expostos. Quem viaja nos ônibus dos corredores exclusivos de ônibus da região Metropolitana de São Paulo presencia uma cena quase rotineira: ciclistas e pedestres circulando imprudentemente nas vias do sistema”, enfatiza Maria Beatriz Setti Braga, diretora da Metra.

 

Para evitar esse tipo de ocorrência, a Metra está promovendo neste mês essa importante campanha, porque, por mais que a empresa promova treinamento de direção defensiva e prepare os seus motoristas para se anteciparem aos possíveis incidentes é necessário orientar a alertar a população, sobretudo os pedestres, ciclistas, skatistas e patinadores que invadem os corredores.

 

No panfleto distribuído, os passageiros encontram explicações e orientações sobre as regras básicas para evitar acidentes nos corredores. O material também indica outras dicas importantes para as pessoas como sempre atravessar na faixa, olhar para dos dois lados e nunca cruzar no farol vermelho.

 

“Muitas vezes um atraso na linha é causado por algum tipo de invasão nos corredores. Apesar de toda a sinalização e da orientação espalhada por todo trajeto, a todo momento carros, motos e transeuntes cruzam o caminho do ônibus criando risco de batidas ou atropelamentos. Os motoristas são orientados a reduzirem a velocidade em qualquer ameaça de ocorrência, o que pode acarretar atrasos, que os passageiros nem fica sabendo”, finaliza a executiva.

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PROGRAMAÇÃO DE FERIADO

Confira abaixo a programação das nossas linhas para o próximo feriado 30/03 – Paixão de Cristo.

 

284 – Domingo
284M – Não Opera
285 – Domingo
286 – Domingo
287 – Domingo
287P – Não Opera
288 – Domingo
288P – Não Opera
289 – Não Opera
290 – Domingo
376 – Domingo
487 – Não Opera

 

Para ter acesso a programação dos demais dias clique aqui: Linhas e Horários

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PRODUÇÃO DE ÔNIBUS CRESCE 67%, DIZ ANFAVEA

Segmento de urbanos teve alta de 73,4% e de rodoviários, elevação de 48,7%

ADAMO BAZANI

Os números de produção de ônibus no Brasil mostram que a indústria de veículos pesados está voltando a crescer, mas ainda há ressalvas como as incertezas que podem trazer o cenário eleitoral e as necessidades de mais opções de crédito para renovação das frotas.

Segundo dados divulgados agora há pouco pela Anfavea – Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores, a produção de chassis de ônibus no Brasil cresceu no primeiro bimestre deste ano 67% em comparação com semelhante período de 2017.

Saíram das linhas de montagem, 4.053 chassis nos meses de janeiro e fevereiro e, no mesmo período de 2017, foram 2.427 unidades.

Por subsegmentos, os modelos urbanos levaram a melhor: crescimento de 73,4% entre os primeiros bimestres, com 3.113 unidades. A produção de modelos rodoviários cresceu 48,7% com 940 chassis.

A Fabus – Associação dos Fabricantes de Ônibus, responsável por reunir as fabricantes de carrocerias, ainda não divulgou os dados de fevereiro.

A indústria prevê um crescimento maior no primeiro semestre. Após junho, o calendário eleitoral deve deixar de ter influência positiva na compra de ônibus, que deve ser antecipada para melhorar a imagem de postulantes e apoiadores aos cargos federais e estaduais dos executivos e legislativos.

O setor ressalta que apesar de os números positivos serem uma boa notícia, o crescimento se dá sobre uma base que sofreu forte retração nos últimos três anos.

LICENCIAMENTOS E MARCAS:

Segundo a Anfavea, licenciamento dos ônibus registrou no primeiro bimestre, 84,4% de aumento em relação ao mesmo período do ano passado.

A Mercedes-Benz continua liderando o mercado, seguida da MAN e Agrale. Confira.

1º) Mercedes-Benz: 1.007 ônibus produzidos em janeiro e fevereiro de 2018, alta de 219,7% em relação ao primeiro bimestre de 2017

2º) MAN – Volkswagen Caminhões e Ônibus: 320 ônibus produzidos em janeiro e fevereiro de 2018, alta de 48,1% em relação ao primeiro bimestre de 2017

3º) Agrale (inclui minionibus Volare): 234 ônibus produzidos em janeiro e fevereiro de 2018, alta de 41,8% em relação ao primeiro bimestre de 2017

4º) Scania: 56 ônibus produzidos em janeiro e fevereiro de 2018, alta de 229,4% em relação ao primeiro bimestre de 2017

5º) Volvo: 37 ônibus produzidos em janeiro e fevereiro de 2018, queda de 51,9% em relação ao primeiro bimestre de 2017

6º) Iveco: 28 ônibus produzidos em janeiro e fevereiro de 2018, queda de 78,3% em relação ao primeiro bimestre de 2017

 

DO DIÁRIO DO TRANSPORTES

 

Leia Matéria original aqui: diariodotransporte.com.br/2018/03/06/producao-de-onibus-cresce-67-no-primeiro-bimestre-diz-anfavea/#prettyPhoto

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OPINIÃO: ANO NOVO, TRÂNSITO VELHO

CLÁUDIO JOSÉ DE ANDRADE

Com o término das férias é inevitável que haja o aumento da circulação de carros nas grandes cidades nos horários de pico (muitas vezes, até fora dele). E se no caminho há um acidente, ou começa a chover, se há greve no transporte público, entre outros imprevistos, os congestionamentos triplicam.

Segundo dados do Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo (Detran-SP), a frota de veículos na cidade de São Paulo, constituída por ônibus, automóveis, motos, caminhões, entre outros tipos, alcançou em setembro de 2017 a marca de 8.550.441 veículos. Em 2008, no mesmo mês, o Detran-SP registrou 6.270.051 veículos. Portanto, em 9 anos, o número de automóveis na cidade de São Paulo cresceu perto de 35%. E é importante dizer, que todos os meses o Departamento registra emplacamentos de veículos novos.

A pesquisa sobre Mobilidade Urbana realizada pela Rede Nossa São Paulo em parceria com o Ibope Inteligência, divulgada no mês de setembro de 2017, também constatou a piora do trânsito na cidade de São Paulo. Nesse quesito, a avaliação da situação do trânsito na cidade, caiu de 3,2 para 2,7 (em uma escala de 1 a 10) em relação ao ano anterior. Foram entrevistados 1.603 moradores da cidade de São Paulo.

Com o crescimento da frota de veículos ano a ano, iniciativas como o rodízio municipal de veículos e o programa “Sexta sem Carro”, da Secretaria de Mobilidade e Transportes (SMT), não conseguiram diminuir o número de veículos transitando na cidade de São Paulo, a ponto de fazer do trânsito um ambiente menos ‘selvagem’. Vale lembrar, que a cidade de São Paulo é o principal polo econômico do país, por onde passam viajantes de todos os lugares e de vários modos.

Dessa maneira, para amenizar o impacto da imensa demanda de pessoas que a cidade atrai, torna-se cada vez mais imprescindível desenvolver políticas para regulamentar o trânsito e o transporte.

Uma das melhores soluções para diminuir o trânsito nas grandes metrópoles é o transporte por fretamento. Os próprios usuários que contratam esse serviço também avaliam dessa forma. Essa modalidade pode retirar de 20 a 40 carros particulares das vias para cada veículo fretado. Esse é um cálculo aproximado se, levarmos em conta que um ônibus fretado pode levar, em média, 40 pessoas sentadas, enquanto um carro, de 1 a 3 pessoas no mesmo veículo.

Todos têm a ganhar com o fretamento. A ida e volta do trabalho com essa modalidade de transporte acaba por estimular as pessoas a deixarem seus carros em casa, o que pode trazer benefícios a sociedade, como a diminuição da poluição, dos acidentes e do estresse ocasionado pelo trânsito. Além disso, o fretamento é condução única para o usuário que não precisa fazer baldeações ao longo do trajeto. Ele vai sentado tendo o conforto de fazer outras atividades no percurso, como ler, ouvir música, acessar a internet e até tirar um cochilo.  O fretamento também oferece segurança ao usuário. Afinal, todos que estão dentro do veículo se conhecem e não há paradas durante o percurso para pegar pessoas que não estejam cadastradas. Portanto, com o fretamento, ganham o poder público e os usuários do transporte público que poderão ser melhor atendidos.

Cláudio José de Andrade é advogado e presidente do SINFRET – Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros por Fretamento do Estado de São Paulo.

 

Do DIÁRIO DO TRANSPORTES

Veja matéria original aqui: https://diariodotransporte.com.br/2018/02/17/opiniao-ano-novo-transito-velho/

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DELEGAÇÃO DA CIDADE DE TURIM FAZ VISITA TÉCNICA A METRA

Na última semana uma delegação da cidade de Turim (Itália) esteve em uma visita técnica na região do ABC Paulista e Capital como parte do programa Internacional de Cooperação Urbana (IUC), desenvolvido pela União europeia (UE).

Na visita, a delegação italiana conheceu a Metra e o sistema de integração com a CPTM em Santo André, além das novas tecnologias fabricadas pela Eletra.

Confira abaixo as notícias que saíram na mídia sobre o evento:

Delegação internacional gosta de ônibus elétrico, mas critica falta de integração nos transportes metropolitanos da Grande São Paulo – Diário do Transporte 

Executivos de Turim analisam rodovias da região e Corredor ABDDiário do Grande ABC

Falta de integração tarifária no ABC motiva questionamentos de italianos Repórter Diário 

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ÓLEO USADO DIRETO PARA O MOTOR

Óleo usado em fritura sai da cozinha para o motor

O Brasil produzirá 8,5 milhões de toneladas de óleo de soja em 2018. Do total, 7,7 milhões ficam no país, e boa parte vai para frituras. O óleo usado em frituras tem grande importância na produção de biodiesel, mas ainda vai para o ralo. A consequência é duplamente ruim: esse óleo gera uma poluição sem retorno —ao contrário de lata e papelão, que podem ser reciclados, mesmo quando estão no lixo.

Além disso, esse óleo poderia ser usado na produção de biodiesel, um combustível que é misturado ao diesel. Como reverter a situação? “O desafio é grande, mas há um processo de conscientização em andamento”, diz Márcio Barela, coordenador de sustentabilidade da Cargill. Ele acredita que parte da população não tenha essas informações. Outra tem, mas ainda descarta o óleo usado. Cresce, porém, os que se sensibilizam com a reciclagem.

Os pontos de coletas aumentam e estão principalmente nas redes de supermercados. Barela acredita que não basta, porém, só conscientização. É necessário um programa de incentivo. Pelo menos 77% da produção de biodiesel vem de óleo de soja. O óleo de fritura participa com apenas 1%. A composição é maior em algumas regiões. Dos 210 milhões de litros de biodiesel produzidos pela JBS Biodiesel, em 2017, 20 milhões vieram de óleo de fritura.

A empresa investiu R$ 5,5 milhões para ampliar a coleta, feita em 20 municípios da região de Lins (SP).

 

De Folha de São Paulo em 09/01/2018

Link da matéria original: www1.folha.uol.com.br/colunas/vaivem/2018/01/1948969-exportacao-de-carne-bovina-para-china-supera-a-de-aves.shtml

 

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